Biografia
Niteroiense nascida em Salvador, Cyana Leahy escreve ensaios, ficção, poesia. É autora de dezenas de artigos e capítulos de livros publicados no Brasil e no exterior, e tem apresentado trabalhos literários e acadêmicos em congressos nacionais e internacionais. Iniciou carreira como pianista erudita, mas abandonou a música pela literatura.
É formada em Letras pela Universidade Federal Fluminense, onde também fez o Mestrado em Educação. Viveu na Inglaterra de 1993 a 1996, doutorando-se em Educação Literária pela Universidade de Londres. Foi professora da Cultura Inglesa entre 1983 e 1991, e da Universidade Federal Fluminense de 1991 a 2004, lecionando nas áreas de Letras e de Ciência da Arte, orientando dissertações de mestrado e teses de doutorado. Pesquisa as várias formas de narrativas autobiográficas de mulheres.
Elogiados por Rose Marie Muraro, Olga Savary, Maria Helena Martins, Regina Zilberman, Marco Lucchesi, dentre outros escritores e críticos, seus poemas revelam 'uma criadora de força, de humor prazenteiro, gargalhante às vezes, mas ferino e seco em outras - com uma nota melancólica' (Luiz Fernando Py).
Como tradutora, Cyana Leahy verteu cinco livros para o inglês (Editoras Casa da Palavra e Fraiha) e traduziu quatro (Editora Bertrand Brasil). Ficcionista, tem dois livros de contos inéditos.
Além de prêmios literários no Brasil e na Inglaterra, Cyana Leahy recebeu por três anos consecutivos (1993 - 96) o prêmio de pesquisa Overseas Research Award, outorgado pelos reitores das universidades inglesas a trabalhos acadêmicos relevantes. A autora se orgulha, ainda, de ter sido agraciada em 1997 com o Prêmio de Destaque Nacional e Internacional em Cultura, pela Câmara Municipal de Niterói.
By admin at 31/08/2003 - 20:12
www.saladeleituras.com
CURSOS E OFICINAS - LEITURA, LITERATURA, CULTURA
1) 03 a 28 de março (2as e 6as) – 9h30 às 11h30 (carga horária: 14h)
CONTOS DE FADAS: origens, história e permanência no mundo moderno, com ANA LUCIA MEREGE (R$300,00)
Enfocar os contos de fadas sob ótica multidisciplinar, como fenômeno histórico e literário, patrimônio universal, do imaginário de todas as culturas. Os contos de fadas modernos e revisitados.
OBRAS INFANTO-JUVENIS DE CYANA LEAHY
CONTOS TRADICIONAIS IRLANDESES (Franco Editora, 2007), trata de três contos principais da tradição da ilha dos Leahy, antepassados paternos. Recebeu o prêmio 2005 da Ireland Literary Foundation, em Dublin.
HISTÓRIA DE CRIANÇA E DE FUTURO (Franco Editora,2007) foi indicado para a Campanha da Fraternidade 2008, pelo tema abordado: crianças de rua. São os olhares de um adulto e de uma criança sobre Alex, menino que vende chicletes nos sinais de trânsito, até que, um dia,...
By cyana at 07/12/2007 - 10:39 | login or register to post comments
... esse será, por sugestão recentíssima da amiga Elvira Vigna, anteontem, em São Paulo, o título de meu novo livro, um espécie de diário noturno. Aguardem e verão, inverno, outono e primavera!
Sugiro, a quem quiser reencontrar ou aumentar o prazer de ler e escrever, e tenha fácil acesso a minha cidade, Niterói, uma visita ao site www.saladeleituras.com. Um espaço de criação e muito prazer de ler.
- Contos Tradicionais Irlandeses (Franco Editora) recebeu o Prêmio Ireland Literary Exchange, do governo irlandês. Capa e belas ilustrações de Hugo Ribeiro de Almeida realçam o clima onírico da tradição irlandesa.
- História de Criança e de Futuro (Franco Editora) foi incluído na bibliografia para a Campanha da Fraternidade 2008. Ilustrado com o requinte artístico de Walter Lara, trata de meninos que moram nas ruas.
By cyana at 15/11/2007 - 21:24 | login or register to post comments
Dia da Mulher, dia do Indio, dia das Mães, dia dos Pais, dia dos Avós, dia da Sogra, dia de... e precisa lembrar de tanta gente em data especial? Pelo menos, se o mote é bom, a diversão é certa. E assim foi hoje, Alcina Moraes, Raquel Naveira e eu lendo poemas engraçados, doloridos, reflexivos, emotivos, eróticos para uma platéia de gente bonita, atenta, interessada... Teve boa utilidade este Dia Internacional da Mulher! E depois ainda rimos muito, trocamos confidências, sabedorias e dúvidas existenciais no botequim mais próximo, o garçon nos tratando de princesas, o que deve ter incluído até o Janderson. Muito bom. Obrigada, amigas, amigo, pela presença, pela constância, pelo interesse, pelo afeto, pela força. Desejo a vocês, Alcina e Raquel, mais poesia, que é para a gente festejar.
TK, your translation is ready. Hope it pleases you. Looking forward to more of the same... without poetry, please!
GG, o que dizer e o que fazer? Prefiro esperar, com calma. A resposta é: sim para parcerias, não para casamentos.
CC, você me diverte e instiga. Pelo menos uma vez por semana penso em parar e desistir, mas...
A vida é curta. Há que aproveitar cada dia. Hoje, por exemplo, faz calor e o céu é indescritivelmente azul. Inominavelmente azul. Na hora em que eu não estiver mais por aqui, terei ido com a certeza de que aproveitei tudo o que me foi permitido. Exerci o garantido direito constitucional a meu corpo, a minha felicidade.
Amigos,
este ano consegui: pulei Carnaval nos blocos do Rio, fui roubada (apenas de beijos na boca), viajei, tomei banho de rio e de cachoeira, descansei, me cansei, li e escrevi muito. Em tempo recorde escrevi um novo livro infanto-juvenil, gênero de reencontro com o prazer de ser criança. Talvez a presença de Clarice, minha afilhada querida, talvez a anunciada vinda de Pedro, meu neto, estejam me inspirando a seguir esse delicioso caminho.
Este ano sai pela Franco Editora a 'História de Criança e de Futuro'. Outros o seguirão.
Escrever para crianças exige voltar a ser criança. Sentir os cheiros da infância, ouvir os sons que encantavam a menina meio tímida meio levada que ainda mora aqui dentro, lamber todos os sabores, mergulhar em várias águas, andar no escuro com medo do nada... Ser criança é sentir o coração bater depressa (e passar de novo o batom vermelho) quando o relógio avisa que daí a pouco ele vai chegar, tão bonito e tão doce, abraçando meu corpo e acolhendo meu coração...
Carta ao Governador do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2007
Caro Sr. Governador Sérgio Cabral Filho,
Basta. Não podemos mais viver acuados por seres inumanos fortalecidos pela complacência de uma sociedade inerte, que isenta de remorso os bandidos e seus crimes. Nós, cidadãos de bem que trabalhamos, estudamos, pagamos impostos, vivemos aterrorizados, perdemos a liberdade de ir e vir, estamos perdendo a posse de nossa cidade, criando artifícios de sobrevivência para nós e para nossas famílias, diante da omissão e ausência do poder público. Queremos recuperar nossos direitos. Queremos recuperar nossa cidade.
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